::: Aparelhos desenvolvidos pelo Prof. Dr. Alfeu Vitelli Marinho :::
 
PAM III ( Guia Pöstero Anterior Marinho):
Desenvolvido em 1968, pelo Profº . Dr. Alfeu Vitelli Marinho Filho, este aparelho vem revolucionando a ortopedia Facial:

Indicado para reposicionar a mandílbular com a guia Antero Posterior, Transversa ( desvio de linha mediana), mordidas cruzadas anteriores e posteriores, discrepâncias basais e de padrões faciais, com resultados supreendentes.

Para os casos de classe III de angle, este aparelho não se utiliza de ativações e sim de ajustes neutro funcionais.

Salientamos a necessidade do diagnóstico Cefalométrico da ATM, Potencial de Crescimento e Noções de Ortodontia.

Vantagens:

Fácil construção, Grande aceitação, Não causa desconforto muscular, utilizar como contenção.

Resultados rápidos, não prejudica a ATM, necessita de acompanhamento do tipo de crescimento e de postura condilar no final do tratamento.

Desvantagens:

Depende da colaboração do paciente.

PAM II ( Guia Pöstero Anterior Marinho):
Desenvolvido na década de 60 em um aparelho ortodôntico e ortopédico de brasileiro para brasileiro. A guia PAm foi desenvolvida para guiar a mandíbula.

Noções e Indicações:

Desenvolvido na década de 60 em um aparelho ortodôntico e ortodôntico e ortopédico de bresileiro para brasileiro. A guia PAM foi desenvolvida para guiar a mandíbula.

a. Reposicionando – A durante o crescimento.

b. Nas mordidas cruzadas, desvio de linha mediana.

c. Protrusor mandibular guiando, redutor maxilar – reposições dentárias e basais – coordenação das situações faciais.

Resultado: Igual, OFM (Frankel, Bionator, Bimler e Planas)

Tempo: 3 a 6 meses um terço do tempo dos aparelhos do OFM.

Construção: simples, menor que os do OFM.

Ativação: Não é ativado, é reajustado quando oclusão com e sem aparelho, forem iguais.

Controle: Medindo ou acompanhando com espátula.

ATM: Acompanha ajustes neurais do Côndilo.

Stress: Não apresenta Stress Muscular.

Construção: Facial um aro e acrílico.

Custo: Social um aparelho para o tratamento.

Aceitação: Grande, maior que os outros.

Arco: Maxila, mandíbula, dentes bases ósseas faciais.

Cuidados: diagnóstico profissional – Domínio da Técnica – acompanhamento - tendências de crescimento.

Necessita acompanhamento (como todo o tratamento) do tipo de crescimento postura central côndilar para final do tratamento.

Desvantagens: Dependendo colaboração do paciente

Disjunção Palatina – Disjuntor Borboleta:
Desenvolvido pelo Prof. Dr. Alfeu Vitelli Marinho Filho para ser utilizado, inclusive em casos com rizogênese incompleta

Objetivos:

Disjunção Palatina através de um aparelho de resina acrílica, com expansor na linha mediana, e cimentado na arcada dentária com resina composta ou fosfato de zinco.

Ativação:

A ativação deve ser feita duas vezes ao dia ½ volta (2x ¼ ) de manhã e o mesmo a noite, durante 4 ou 5 dias ( em casos especiais uma ativação (¼) a cada 6 horas). Após estes dias manter a ativação sendo ¼ de volta de manhã e ¼ noite, até que aconteça a disjunção – dias – temas anteriores confirmados por Rx oclusal.

Contenção:

Utiliza-se como contenção uma barra 6/6 (barra transplatina), fixada no arco dentário através de bandas nos primeiros molares permanentes. Estende-se um fio de o,8mm até os caninos a partir das bandas.